68º CONEGEO

Ata do 68º CONEGEO [Conselho Nacional de Entidades Estudantis de Geografia]

Nos dias 12 e 13 de Abril, na cidade de Curitiba/PR, aconteceu o 68º CONEGEO.
Estiveram presentes os seguintes estudantes representando suas escolas:
Thiago [UFF]; Eduardo Tarzan, Natália e Aretha [PUC-SP]; Renata, Lara e Theo [UFRGS]; Janaína [USP]; Alecssandra [PUC-MG]; Márcio [UFSC]; Ricardo [UEL]; Carmem [UFSM]; Thiago, Augusto, Ana, Zé, Gustavo, Diogo e Leo [UFPR].

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------

Dia 12 de Abril, sábado.

No início do Conselho, por consenso, decidiu-se que a ordem dos pontos debatidos seria alterada devido à ausência da escola-sede para discussão do XVIII ENEG Curitiba.

01 – Informes

PUC-SP – Redesenho Industrial sendo implementado pela Reitoria a qualquer custo. Demissão em peso de professores e técnico-administrativos. Sindicatos e Associações enfraquecidos. Houve uma organização para barrar a aprovação no Conselho Universitário, mas o RI foi aprovado sem discussão. Com isso, mudou o regimento da Universidade. Com essa mudança, mudou o caráter da PUC SP. Houve o corte de bolsas de auxilio estudantil, indo na contramão do planejamento social, uma das marcas históricas da Universidade.
Os estudantes de Geografia continuam organizando o Geo-Samba como uma das formas de protesto, organização e aglutinação dos estudantes para a luta contínua, tentando garantir a autonomia financeira. Um decreto foi baixado proibindo festas, feiras acadêmicas, exposições e manifestações culturais; Nove pessoas, incluindo o estudante de Geografia Eduardo Tarzan, estão sofrendo processo administrativo pela Universidade, por conta da Ocupação realizada em 2007. Processo em andamento.

USP – FFLCH: Plano Diretor – Reforma Estrutural com a retirada dos Espaços Estudantis [sala dos CAs, lanchonetes, xérox, etc...]; Construção do V Congresso da USP, reunindo professores, estudantes e técnico-administrativos em processo; 40 estudantes sofrendo sindicância repressiva por conta da Ocupação do ano passado; problema com falta de professores de outras áreas [História] e o menosprezo em atender os estudantes de outras áreas. Houve uma intervenção estudantil junto a FFLCH para resolver o problema, só que até agora nada foi feito.

UEL – A escola se apresentou rapidamente, vista a primeira participação da mesma num Conselho. Há problemas com a falta de professores, incluindo ameaças de reprovação de determinados estudantes por conta das críticas; a gestão do CA é tocada por comissões; estão discutindo o Estatuto da entidade, para atualizá-lo; apresenta um grande problema com a AGB Londrina, por conta da fuga de seu presidente com toda a papelada e o dinheiro referentes à entidade, faltando quatro meses pro ENG. Demolição do antigo prédio da Casa do Estudante e a construção incompleta de dois prédios no Centro de Londrina, desabrigando muitos estudantes necessitados; processo de licitações sem fiscalização, baseando-se em acordos. Fundação Araucária [apoio] com políticas populistas sem estruturação real, gerando um conflito com a estudantada, que resultou na ocupação por uma semana da Biblioteca; processo de desvalorização social do estudante cotista na Universidade.

PUC MG – Apresenta um grande problema por conta da representatividade oficial do Diretório Acadêmico, preocupado apenas em servir como uma mini-empresa de empregos e lan-house, numa transformação da entidade em Escritório-Modelo. Há a demanda de luta de algumas pessoas, preocupadas com esse rumo e interessadas em tocar o ME da Universidade.

UFF – Preparação do V Congresso Estudantil, para discussão de todos os assuntos referentes aos estudantes na Universidade; continuação da luta contra o REUNI através de um Plebiscito organizado por CAs e DAs e DCEs do Brasil, para verificar e aprofundar o debate junto aos estudantes indignados com a forma como o projeto foi aplicado nas Universidades Federais; está em luta intensiva contra todos os projetos privatistas da Reitoria, da Coordenação de Curso e da Chefia de Departamento, aprovada moção de repúdio contra um professor de Climatologia por conta de uma declaração homofóbica; o Fórum de coordenadores aprovou resoluções como Exame de Proficiência, Ensino a Distância, Doutorandos dando aula no lugar de professores concursados, etc; 19, 20 e 21/04 – I Encontro de Mulheres da Conlutas – SP/SP; pressão pelo início da construção da Moradia Estudantil, já aprovada desde 2006; problemas com a aplicação do Pro-Aluno, projeto que destina verbas pras viagens acadêmicas e estudantis, programa com suspeita de desvio de verba através da agencia de viagens terceirizada contratada pela UFF e ações de Coronelismo na relação da Reitoria com alguns setores da UFF.

UFRGS – Divisão legal do curso em dois. Um pra Licenciatura e outro pro Bacharelado. Exibição do filme sobre a legalização da Maconha, organização do Encontro Estadual junto com a AGB Porto Alegre.

UFSC – Movimento de resistência dos estudantes desde 2005 [gestão do Caligeo]. 5 pessoas da Geografia sofrendo processo administrativo por conta da Luta dos bolsistas em 2005, por conta da baixa remuneração [200,00] e por conta da utilização desses bolsistas apenas no lugar de técnico-administrativos, ao invés de incluí-los num projeto de pesquisa ou de extensão, etc...com isso, teve a greve e a Universidade parou de funcionar. Forte atuação do Caligeo na luta cotidiana na Universidade. Realização de festas para sustento da autonomia financeira, mesmo com uma proibição pelo Reitor valendo. AGB Florianópolis com problema similar ao da AGB Londrina.

UFPR – Cageo organizando a Semana Acadêmica em homenagem a Josué de Castro.

UFSM – Debate sobre a estrutura acadêmica inchada de licenciatura e bacharelado. 6 anos de curso integral. Construção em andamento de uma biblioteca setorial do CA, grana vinda das festas realizadas. Trabalhos de demarcação indígena. RBS TV fez a cobertura do trote inteligente. A Gestão é aberta,a eleição apenas cumpre o protocolo.

EREGEO-Sul: Dias 18 a 21 de abril. Florianópolis/SC. Retorno do encontro sem realização por 10 anos, graças a vontade e a luta dos estudantes de geografia do Sul.
Não teve nenhuma ajuda financeira da UFSC. Ao contrário, o departamento boicotou a realização do encontro, através das travas burocráticas do sistema público. O alojamento e o acampamento foram proibidos em cima da hora, mas a pressão dos estudantes da UFSC e a UDESC junto com o sindicato dos técnico-administrativos reverteu o processo, conseguindo inclusive a liberação do RU sem subsídio. Confirmação das mesas-redondas, dos trabalhos de campo e dos demais debates organizados pelos estudantes, a partir dos COREGEOs-Sul.

XI EREGEO-SE: Dias 22 a 25 de Maio, Niterói/RJ. Construído pelo DACG UFF junto com os demais estudantes de Geografia da UFF, através da Comissão Organizadora Local, e junto com os estudantes de Geografia do Rio de Janeiro, a partir da Comissão Estadual e nos COREGEOs-SE, desde o fim do X EREGEO-SE realizado em Vitória/ES.
Com o apoio institucional [apenas] da UFF, conseguimos garantir o alojamento no prédio do Instituto de Geociências e a realização das atividades acadêmicas no prédio da Física. Realização das Plenárias de Abertura, Inicial e Final no Auditório Geógrafo Milton Santos, localizado no primeiro andar do prédio do Instituto de Geociências.
A organização do Encontro se dará através do sistema de Brigadas, separado através de fitas variadas e com as funções pré-delimitadas e confirmadas na Plenária Inicial, na construção coletiva dos estudantes pros estudantes. Espectativa de 600 à 800 estudantes.

02 – XV ENG São Paulo:
Informes gerais, Indicação do representante e Plebiscito.

Informes gerais:

O Alojamento foi negado duas vezes pela Reitoria da USP, em função de toda a conjuntura de lutas de 2007, que resultaram na longa e duradoura Ocupação da USP, para tristeza dos burocaratas de plantão. Em função disso, foi visto duas possibilidades de Alojamento. A primeira seria no Pacaembu, garantindo todos os estudantes [paga], no entanto, o clube é distante do Campus Butantã USP, prejudicando a estudantada na participação do encontro. A Segunda alternativa seria o Alojamento Solidário, contando com a perspectiva camarada de diversos estudantes que abrigariam alguns estudantes, no entanto sem capacidade para todos os interessados.
Além disso, está sendo viabilizado a Raia, vestiário da Educação Física, com chuveiros e banheiros suficientes para os estudantes.

Foram feitas algumas denúncias de Seções Locais à AGB Nacional, quanto ás problemáticas de Florianópolis e Londrina, com um domínio ditatorial dos respectivos Presidentes/Diretores sobre as Seções, impedindo o debate entre todos os interessados nas questões relativas à organização política da mesma, “encastelando-se” nas Locais, isolando-se dos demais filiados e desviando verba do caixa da Local e roubando os talões de filiação e inscrição no ENG.
Isso vem mostrando o que já se caracteriza nacionalmente, em muitas locais. Os estudantes começam a participar ativamente nas suas Seções, ao invés de esperar a conclusão do bacharel/licenciatura através do diploma, dando uma nova postura as Locais, muito mais ativa e dinâmica, revivendo diversos debates, mesmo com a resistência de alguns professores antiquados, que renegam a participação estudantil da Entidade.

Foram tiradas as seguintes deliberações:

A CONEEG irá bancar o Alojamento no Campus do Butantã, responsabilizando-se pelas conseqüências;
A CONEEG irá elaborar um Manifesto de Apoio as Ocupações dos Espaços Públicos;
A CONEEG irá elaborar uma Circular Informativa sobre as questões do CONEGEO relativas ao ENG;
A CONEEG irá levar para o ENG todas essas problemáticas, denunciar nacionalmente os fatos e exigir da DEN uma postura ativa sobre a questão.

Indicação do Representante:

Após esse debate, discutimos sobre o indicativo tirado na Plenária Final do XVII ENEG Porto Velho, a importância de enviar um representante da CONEEG para a mesa do ENG “A Atuação dos Estudantes para uma AGB em Movimento”, devido a questões que envolvem os estudantes de Geografia presentes nas duas esferas de discussão.

Foi apresentada uma proposta de que não enviaríamos nenhum representante por conta das discussões acerca da atuação da CONEEG em 2007, e como alternativa, enviaríamos uma carta a ser lida em voz alta para todos os presentes na mesa.

A proposta levantou alguns debates, pontuando algumas questões primordiais, como trabalharmos arduamente o presente para não repetirmos os erros anteriores do passado, considerando esses erros parte do aprendizado de uma Gestão Participativa, que assim, como qualquer outro modelo, possui erros e acertos na sua concepção e prática.

Foi feito um retrospecto de todo o processo de formação da GP desde sua construção inicial até os dias de hoje e sua atuação nos fóruns da AGB, como o “Movimento Sem Crachá - 2002” e o “AGB pra quem? - 2004”.

Foi pontuado também que a apresentação de uma carta seria assinar uma “sentença de morte”, mostrando pro Brasil inteiro, uma desistência da CONEEG, pois o espaço deveria ser usado, inclusive para divulgação e construção da CONEEG aonde ela não existe por falta de contatos com determinados CAs e DAs do país.

Foi defendido que a Carta apresentada a todos os presentes no ENG serviria como ponto de partida, pruma atuação mais ativa, mais na luta, da CONEEG no cotidiano do estudante de Geografia e dos Movimentos Sociais. Também foi apresentado que o estudante de Geografia nas bases desconhece o que é a CONEEG e como é a sua atuação enquanto participante da entidade.
Também foi colocada em questão sobre o que será defendido pelo nome a ser indicado.

Foi apontada a seguinte questão: estamos representando a quem? Aos Estudantes de Geografia ou ao Movimento Estudantil de Geografia? Feita a apresentação da entidade como uma Confederação, possibilitando uma democracia participativa, onde todas as escolas podem opinar e discutir sobre tudo. É importante estar presente para ser representado como CAs e DAs das diversas escolas pelo país. Os conselhos decidem o futuro da CONEEG.

Foi admitido em consenso, que a atuação da CONEEG em 2007 foi falha por diversos motivos, acabando por ser incompleta, e que a construção da entidade deve ser feita no presente, todos os dias, para uma maior qualificação do debate e trazer os estudantes e a própria CONEEG pra luta.

Determinamos em consenso, que a CONEEG através do CONEGEO indicará um nome como representante na mesa do ENG e que esse representante irá defender durante o debate o que for decidido no próprio Conselho em questão [Curitiba].

Elencamos algumas indagações para reflexões: qual a política da CONEEG, como atuarmos nessa GP 2008-2009, como aproximar os demais CAs e DAs do Brasil todo da CONEEG? O que iremos falar?

Foram tiradas as seguintes deliberações:

Definimos que serão abordadas pelo representante escolhido, as seguintes problemáticas das instâncias da Geografia relacionadas ao estudante:

A questão do Confea-Crea e a regularização da AGB, resolução 10/10, etc;

O CREA e o MEC definindo no fluxograma o que os estudantes devem estudar;

O debate sobre licenciados e bacharelados e a relação com a geografia;

A diminuição da carga horária do Bacharelado para tecnização, atendendo as demandas do mercado;

A transformação da Licenciatura em Escolão de 3º grau;

A necessidade do estudante de ocupar todos os espaços possíveis pra construí-los com base na sua percepção;

A organização dos estudantes de espaços onde o estudante participe e construa para o próprio estudante, de forma independente politicamente e economicamente;

Adentrar no histórico das lutas estudantis na AGB referentes à última década, com o porquê do Movimento Sem-Crachá [inscrições preços abusivos] e do AGB pra Quem?, numa reflexão sobre o porquê de atuar na AGB e pra que e por quem e pra quem?;

A CONEEG – Apresentação rápida sobre a entidade e o convite a todos para participar;

A atuação da CONEEG junto aos Movimentos Sociais;

ENADE: O posicionamento contrário da CONEEG a aplicação obrigatória do exame a nível nacional pelo Governo Federal. Sucateamento do Ensino Público e Mercantilização do Ensino, na perspectiva privatista da década de 90/2000;

Enquadramento no EIA-RIMA, resumindo a cadastramento sócio-econômico, diminuindo o papel do geógrafo na sociedade;

Criação de um órgão regulador técnico próprio e a sua responsabilidade.

Foi definido também, após uma longa discussão, que o representante em questão escolhido pela CONEEG para falar na Mesa do ENG sobre as problemáticas levantadas e definidas no Conselho é a Renata da UFRGS.

Plebiscito:

Fizemos a velha discussão sobre o Plebiscito e qual posição tomar perante a questão.

Diante da problemática apresentada pelo CREA, na qual a entidade de Geografia só pode estar filiada se houver categorização entre seus membros, o que representa um estudante ter peso menor em qualquer discussão e deliberação do que um professor.

O CONFEA-CREA é o órgão federal que nos concede a licença de geógrafos, para que possamos estar executando nossos trabalhos, de acordo com o que nos concerne.

Levando em consideração que o Movimento Estudantil de Geografia sempre foi e sempre lutou contra essa categorização, defendida em parte por uma ala de membros da AGB, que acredita no estudante como o aluno [grego: a – sem; lunus – luz] como um aprendiz, um novato, alguém sem capacidade de organização, de luta e de resistência cotidiana, entendemos ser um absurdo retornar para o CREA diante dessas ‘obrigações’.

E o Plebiscito vem justamente nesse intuito, saber o que a maioria dos membros da AGB pensa. Se nós devemos voltar para o CREA ou se devemos permanecer como estamos, ilegais...

No entando, o que ocorre é que o Plebiscito não deve ocorrer por uma questão de organização, visto que os GTs que serviriam para realizar essa discussão nacionalmente, não estão ocorrendo, devendo ser adiada a decisão pro próximo ENG.

03 – ENADE

Em 1995, sob o pretexto de avaliar as universidades brasileiras, foi criado o Provão. Rechaçado pela ampla maioria da comunidade universitária por mascarar os problemas dos cursos e responsabilizar os estudantes pelas mazelas das universidades, o Provão foi boicotado pelos estudantes enquanto durou e finalmente em 2003 foi extinto.
No entanto, em 2004 [Lei nº 10.861/04] o Provão foi recriado, mas agora com outro nome: o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes – ENADE.

Até existem diferenças entre o ENADE e o Provão, mas são todas de caráter técnico. No que realmente importa, ENADE e Provão são idênticos, pois ambos cumprem exatamente o mesmo papel: mascarar as mazelas do curso e da universidade para legitimar a má-qualidade na educação superior brasileira.

O ENADE é realizado por todos os cursos, de três em três anos, revezando anualmente por área [saude, exatas e humanas].

Por ele formular um “ranking” das universidades, o ENADE serve na verdade para garantir os lucros dos donos das Universidades particulares, cujas condições de trabalho e estudo são em geral extremamente precárias, mas que, com o ENADE, ostentam o conceito “A” em suas propagandas e conseguem mais alunos, iludidos com a classificação do conceito . Enquanto isso, na realidade, contrariando as propagandas feitas diariamente, pioram a cada dia as condições de trabalho e estudo no ensino privado [falta de fiscalização] e no ensino público [falta de investimento, com os multiplos cortes do Orçamento] e a evasão só cresce ano após ano, com o poder público cortando verbas da Educação.
Cotidianamente, já temos uma forma de avaliação ao longo de nossos cursos, que é feita através de provas, dissertações, exercícios etc. Essa é a verdadeira “avaliação de desempenho” dos estudantes. Por isso, o poder público deveria se preocupar em saber se essa avaliação, aplicada cotidianamente pelas universidades públicas e privadas, é adequada ou não. Se o fizesse, constataria que, na maioria dos casos, não é. Mas, no lugar de fazer isso, o poder público criou o ENADE, como se todas as avaliações a que os estudantes foram submetidos ao longo de seu curso pudessem ser resumidas numa só prova com 40 questões. Em resumo: com o ENADE, o poder público não só não faz o que deveria fazer como fingir fazer o que na verdade ele não faz.

Por ser uma prova padrão nacional, o ENADE desconsidera totalmente o fato de o Brasil ser um país de dimensão continental, com uma diversidade social, econômica e cultural enorme, e que a organização pedagógica e curricular dos cursos superiores no Brasil considera essa diversidade. Para o ENADE, essa riqueza simplesmente não existe. A prova é a mesma de Norte a Sul do país.

No caso das universidades públicas, um dos objetivos do ENADE é servir de pretexto para tirar recursos de umas em favor de outras, cujos cursos têm melhor desempenho no ENADE. Essa política desconsidera que os cursos com pior desempenho o tiveram porque as condições de trabalho e estudo são precárias, e que estas condições são precárias exatamente porque faltam recursos. Assim, as universidades punidas com menos recursos são justamente as universidades que mais precisam de recursos para garantir ensino de boa qualidade.

Atualmente, existem muitas Universidades Privadas organizando cursinhos gratuitos pré-ENADE para seus estudantes e prometendo prêmios valiosos para aqueles que forem melhores no exame. Não são raros os casos de os estudantes serem obrigados a comparecer às aulas dos cursinhos. Ora, se o curso oferece ensino de boa qualidade, se o curso compreende de forma adequada as diretrizes curriculares e as demandas da região ou do local onde é oferecido, por que motivo patrocinar cursinhos e presentear os estudantes?

Foram tiradas as seguintes deliberações:

Em função de todas essas problemáticas, a CONEEG se coloca contrária a aplicação do ENADE pelo Governo Federal, e organizará um boicote nacional dialogando com os estudantes de cada Universidade, para que haja um boicote massivo contra o Exame.

Esse boicote nacional da CONEEG será organizado conjuntamente com a Frente de Luta Contra a Reforma Universitária, o Fórum de Executivas e Federações de Curso [FENEX] e demais DCEs e entidades que sejam contrárias ao exame.

Iremos organizar também como parte desse boicote, um grande debate com as duas posições sendo defendidas: Pró-ENADE e contra o ENADE, para qualificar no debate da questão.

Também será elaborado como parte da propaganda do boicote, um adesivo padronizado a ser distribuido e/ou imprimido nacionalmente para os CAs e DAs.

04 – Balanço Geral do XVII ENEG – Porto Velho

Após muito debates nas escolas e também na Plenária Final, pudemos verificar o seguinte:

A Escola-Sede do ultimo encontro, CAGEO-UNIR, não esteve presente, não se manifestou na lista de emails e não enviou ao Conselho a Prestação de Contas do encontro.

Foi avaliado por nós, que a Escola-Sede tentou se apropriar do encontro de forma completa, tanto ideologicamente como financeira. Ideologicamente, tentando dar a sua cara prum encontro nacional, que é construído coletivamente através dos Conselhos, e financeiramente, utilizando o Encontro como forma de fazer caixa pra uso próprio.

A Escola-Sede [Em todo o encontro representada por apenas três pessoas: Robson, Geilza e Isadora] não respeitou o que foi decidido na Plenária Final do Encontro: que o custeio de dois dos ônibus dos trabalhos de campo foram equívocos da Brigada de Trabalho de Campo por erro de calculo [baseado na confusão que foi esse ponto na Plenária Inicial por conta da cobrança indevida dos campos gratuitos] e deveriam ser pagos pelo lucro do encontro, antes da divisão entre as escolas. Porém, a Escola-Sede de forma anti-democratica, abateu este custo da CONEEG dos 30% referents a mesma, após fazer a divisão 70% - 30% (Escola sede – CONEEG) do caixa do encontro, às portas fechadas, após todos os estudantes terem retornado pras suas universidades.

Também não respeitou diversas outras decisões das Plenárias Inicial e Final, como a garantia dos Campos conseguidos gratuitamente, e oportunamente cobrados dos estudantes, entre outras questões.

Será feito um texto em que denunciará o ocorrido em Porto Velho, e neste texto deverá ser esclarecimento que não foi um “golpe” aplicado por todos os estudantes da UNIR, e sim de apenas três estudantes que estavam à frente da Organização do Encontro por decisão própria e autoritária, isolados por conta própria da própria base e da CONEEG como um todo.

Toda essa confusão com a Escola-Sede acabou atrapalhando e muito na continuidade do Encontro como este havia sido pensado, pra podermos com calma debater sobre diversos assuntos. E a maioria desde assuntos, como a discussão sobre o ENGe toda sua função e finalidade, acabou sendo suprimida por falta de tempo, devido ao desgaste físico-mental de todos os estudantes que resolveram organizar o encontro, mesmo após tudo isso.

Levantamos a necessidade de pensarmos em conjunto alguns mecanismos para que isso não se repita novamente, para que possamos cometer erros novos ao invés dos mesmos, impedindo assim práticas que tenham a intenção de desrespeitar todas as deliberações tomadas nos Conselhos, [deliberações do ponto de vista acadêmico, cultural, financeiro, político, etc…] por todos os estudantes democraticamente através do consenso ou da votação, quando necessária por divergências políticas.

Foi tirada a seguinte deliberação:

Para o próximo Encontro [XVIII ENEG Curitiba] deverá ser usada uma Conta-Conjunta entre o Tesoureiro local e uma pessoa escolhida pela CONEEG. Dessa forma, o Caixa do Encontro não ficará centralizado em apenas uma pessoa.

Também foi apresentado que a ata da Plenária Final estaria tendenciosa, porem foi esclarecido pelos presentes que quaisquer modificações feitas em ata, devem ser indicadas com antecedência na Lista de Emails, para que a questão seja levada para o Conselho seguinte e isso possa ser debatido com mais clareza, a partir do que foi definido pelas escolas.

Como não houve nenhuma reclamação na lista, os autores da ata acreditavam que não havia nenhum tipo de embrólio relacionada a mesma.

05 – Balanço Gestão Participativa 2007-2008 e Planejamento Gestão Participativa 2008-2009

Foram feitas as seguintes análises com relação a atuação da CONEEG em 2007:

No XVI ENEG, em Cáceres/MT, decidimos manter e reformular a Gestão Participativa, onde os CAs e DAs de todas as Universidades do país construiriam a CONEEG, com voz e voto por escola em cada CONEGEO [Conselho Nacional dos Estudantes de Geografia];

Foram realizados três CONEGEOs ordinários [São Gonçalo/RJ – Mar/2007; Vitória da Conquista/BA – Set/2007; São Paulo/SP – Nov/2007] e um CONEGEO extraordinário [Uberlândia/MG – Jul/2007];

Desses Conselhos realizados, muitas deliberações acabaram não sendo cumpridas no tempo necessário por diversos motivos, como acúmulo de tarefas, falta de acompanhamento e cobrança de todos os camaradas do Brasil pela ausência de formas que possibilitassem a mesma, ausência de muitas escolas de alguns Conselhos por problemas financeiros e políticos, Conselhos ‘viciados’ nas mesmas discussões pelas mesmas pessoas baseando-se nas próprias experiências e evoluções, esquecendo-se de que a os estudantes da base muitas vezes deveras conhecem o que é a CONEEG, entre outras questões;

Da mesma forma, muitas deliberações tiradas nos Conselhos foram cumpridas com perfeição, devido ao entendimento de muitos estudantes sobre o que é a CONEEG e pra quem ela serve – ao estudante. O contato com algumas escolas foi lento, mas positivo e realizado com sucesso, o entendimento de muitas escolas da importância de irem pra todos os conselhos, levando dessa forma, o que foi decidido em cada escola, entre outras questões;

Um ponto negativo discutido em questão foi o financiamento da CONEEG e das Escolas. Afinal, para construção da CONEEG nos Conselhos, é necessário que cada CA e cada DA tenha autonomia financeira, para que possa fazer suas discussões de forma livre sem influências diretas ou indiretas e para que possa estar enviando esses representantes, que levam oficialmente o posicionamento das assembléias realizadas nos cursos. Essa autonomia pode ser conseguida de diversas formas, entre elas realização de atividades como festas, rifas, livro-ouro, mini-cursos, etc. Além disso, foi discutida também a importância que a filiação das escolas à CONEEG tem nesse cenário, proporcionando a Entidade, uma autonomia financeira na resistência cotidiana política na defesa daquilo em que acreditamos ser o correto como Entidade estudantil a nível nacional;

Foi amplamente discutido o porquê que as escolas de Geografia do Nordeste estão tão distanciadas atualmente da CONEEG. Verificou-se que esse processo vem de 2005 até 2008, após a segunda reorganização da Gestão Participativa. Nesse ponto onde houve bastante discenso, foi apresentado desde uma falta de interesse das escolas em participar da CONEEG pelo seu modelo atual, passando por um retorno ao debate sobre os tipos de gestão e seus pontos positivos e negativos até a discussão territorial de dimensão continental de nosso país e suas adversidades nos momentos de unificação de todos os estudantes geógrafos do país.

Como forma de combater o que cometemos de errado nessas questões, foram apresentadas algumas propostas no intuito de qualificar a discussão sobre Gestão Participativa na CONEEG.

Foram tiradas as seguintes deliberações:

Será levada pras Escolas uma reflexão sobre a atuação da CONEEG a âmbito nacional, para definirmos o que queremos durante essa Gestão Participativa 2008 -2009.

Será enviada uma carta à Ceregene sobre essa questão do distnaciamento do Nordeste do ME Nacional de Geografia, para de fato sermos uma entidade nacional, ao invés de continuarmos “sul-sudestiando”

Serão criados os Núcleos Locais. Estes núcleos serão por estado a priori podendo se divider em cidades ou se unificar com outros estados, dependendo da dinâmica de cada estado;

Estes são os núcleos iniciais, baseado nos DAs e CAs presentes ao Conselho:

1.Núcleo RJ – UFF;
2.Núcleo SP – USP, PUC-SP;
3.Núcleo MG – PUC-MG
4.Núcleo PR – UFPR, UEL
5.Núcleo SC – UFSC
6.Núcleo RS – UFRGS, UFSM

Estes núcleos servirão para aglutinar os camaradas das escolas do mesmo estado, para realização de debates sobre diversas questões;

Estes núcleos se interligarão a outros núcleos, baseando-se na temática abordada, fazendo assim, a integração entre o país-continente Brasil;

Estes núcleos NÃO serão deliberativos para a CONEEG.

[Em anexo, segue um texto que esclarecerá melhor a construção desses núcleos.]

Iremos realizar um censo, para mapearmos todas as Universidades que possuem o Curso Superior de Graduação em Geografia do país inteiro;

Mapeamento apresentativo – informar sobre os DAs e CAs do Brasil sobre a Coneeg, através do Informativo [correio – carta social 0,01 e Internet – lista] Essa organização será feita pelos Núcleos;

Iremos pensar e repartir com os outros DAs e CAs formas diversas de auto-financiamento. Realização de Festas unificadas nacionalmente.

Discutir o atual sistema de divisão do lucro da CONEEG – 70% Escola Sede e 30% CONEEG.

Realizar discussões políticas a nível nacional, para dialogar com os estudantes do Brasil todo;

Realizar seminários acadêmicos que façam ligação direta com questões políticas abordadas pelas CONEEG.

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------

Domingo, 13 de Abril de 2008

O Conselho reiniciou às 09h da manhã, para a finalização dos pontos a serem discutidos. Alguns pontos, como detalhados mais a frente foram suprimidos por impossibilidade de discuti-lo. Por fim, o Conselho terminou às 23:40 do mesmo dia, para garantir o retorno dos representantes para suas cidades.

06 – XVIII ENEG – Curitiba, Paraná

Foi feita uma apresentação geral por parte dos estudantes do CAGEO UFPR que estão organizando o próximo ENEG – Encontro Nacional dos Estudantes de Geografia.
LIMPEZA: Por obrigatoriedade da Reitoria, a limpeza deverá ser terceirizada, com a contratação de alguma equipe de fora da universidade, ou da própria empresa terceirizada que tem contrato com a UFPR atualmente.

SEGURANÇA: Deverão ser contratados seguranças-extras, fato também exigido pela Reitoria, para ser autorizado o Evento.

ALIMENTAÇÂO: Deverá ser feita pelo RU, com um custo ainda sendo analisado e discutido pelo CAGEO.

TRABALHO DE CAMPO: Foram elencados até agora 08 campos possíveis a serem realizados em Curitiba e nas redondezas.

Foi discutido arduamente a questão de concepção do ENEG, visto o que foi acumulado até hoje.

A Escola-Sede expôs que tinha uma concepção formulada antes de ir pro Encontro, e saiu do Encontro com outra concepção, após todos os debates ocorridos.

Foi colocada em questão algumas considerações, como a Autonomia Financeira, a Autonomia Organizativa, A Autonomia da Programação, que colocam em choque as decisões tiradas nos CONEGEOs e as decididas pelo CAGEO-UFPR.

O que é uma questão política, o que é uma questão prática?

Foram tiradas as seguintes deliberações:

O XVIII ENEG [Décimo Oitavo Encontro Nacional dos Estudantes de Geografia] irá acontecer na UFPR, em Curitiba, Paraná. O Encontro acontecerá das 14h do dia 18 de Julho de 2009 ao dia 25 de Julho de 2009.

As Escolas devem debater e decidir em assembléia sobre a questão do financimento do Encontro. O que deve ser feito e o que não deve ser feito. Financiamento por empresas privadas, por empresas públicas, por governos, por sindicatos, entre outras possibilidades de financiamento possíveis;

Foi aprovado que o Encontro deve ser auto-sustentável, sem depender de nenhuma intervenção externa para o seu funcionamento;

Foi elaborada a Carta de Principios da Gestão Participativa 2008 – 2009. Essa carta terá como função nortear a nossa atuação enquanto CAs e DAs que constróem a CONEEG cotidianamente.

Esta Carta será discutida nas bases entre os estudantes de cada universidade do país após este Conselho, sendo discutida novamente no próximo Conselho, em São Paulo.

[A Carta também segue em anexo.]

07 – Cotas

Este ponto foi adiado pro próximo Conselho de São Paulo por conta da falta de discussão das escolas sobre o mesmo.

08 – Prestação de Contas XVII ENEG – Porto Velho – CAGEO UNIR

Este ponto foi adiado pro próximo CONEGEO, pelo fato de nenhum representante do CAGEO UNIR ter comparecido ao Conselho de Curitiba, nem ter dado nenhum explicação à CONEEG através da Lista de Emails, local virtual de comunicação.

09 – Escola-Sede 71º CONEGEO – Nordeste

Este ponto foi adiado pro próximo CONEGEO, pelo fato de nenhum representante do Nordeste ter comparecido no Conselho de Curitiba e discutido a questão.

10 – Estatuinte

As escolas começaram o debate nas bases sobre a construção da nova Estatuinte da CONEEG, baseado nas diversas experiências de gestões possíveis.

Foram tiradas as seguintes deliberações:

A Estatuinte da CONEEG tem como prazo máximo de aprovação e aplicação, a Plenária Final do XVIII ENEG, por deliberação tirada na Plenária Final do XVI ENEG.

As escolas irão discutir como será o formato dessa Estatuinte durante o Encontro, afim de que tenhamos tempo disponível para elaboração da mesma concomitantemente aos debates que serão realizados.

11 – Criminalização dos Movimentos Sociais - UFMG

Foi feito um resgate histórico. Os estudantes da UFMG estavam vendo um vídeo produzido por uma revista sobre a Maconha, quando foram surpreendidos pela Polícia Militar, que lembrando a década de 60, auge da Ditadura Militar, espancou os estudantes presentes, como forma de repressão. Sendo essa repressão tendo sido chamada pelo Reitor da UFMG.

Além de uma moção de repúdio à Reitoria e a PM, foi discutido também formas de protesto para mostrar o descontentamento dos estudantes de Geografia do Brasil, perante tal ato repressor.

Foram tiradas as seguintes deliberações:

Está marcado para o dia 06 de maio, terça-feira, a exibição nacional pelas escolas de Geografia do Brasil, do filme exibido pelos estudantes da UFMG. Caso não seja possível esse video, a orientação é que seja exibido qualquer filme que vá de encontro aos interesses do Estado, que mostre sua real faceta: elitista, burguês, autoritário, repressor e repressor dos Movimentos Sociais.

Após esse ato, prepararemos um documentário nacional com pedaços de todas as exibições, as reações, os debates, afim de posteriormente, apresentar isto como contribuição ao Movimento Estudantil Nacional.

12 – FENEX

Foi apresentado o caso sobre a FENEX RJ e toda a polêmica gerada na lista de emails.

Histórico: A FENEX é um fórum que reúne todas as Executivas, Federações, Confederações de Curso do país, para discussão sobre os problemas que afetam cada curso e os problemas que são de apelo geral, para que juntos possam estar solucionando esses problemas, elaborando ações conjuntas, unificando e botando na luta o ME nacional.

Todas as decisões tomadas pela FENEX são feitas em consenso. Ou seja, se existe alguma escola que discorde de qualquer assunto colocado em pauta, o assunto não é aprovado.

Durante o XVII ENEG, não tivemos como fazer a discussão sobre a FENEX por toda a problemática que o encontro gerou, da Plenária Inicial até a Plenária Final.

Então, em Fevereiro, teve a FENEX no Rio de Janeiro, e a CONEEG esteve presentena reunião como Observadora, através do Thiago [UFF].

A discussão corria tranqüila, sem nenhum problema eram discutido assuntos como REUNI, ENADE, entre outros, quando algum Curso colocou em pauta a necessidade de discutimos a questão das Reformas Curriculares.

Como nós já vínhamos discutindo isso na CONEEG há algum tempo, não achei nenhum problema assumir o ponto como CONEEG. A minha idéia era discutir na lista como seria a intervenção e apresentar o ponto sem deliberação, apenas pra iniciar a discussão.

Mas...quando esse assunto entrou em pauta na lista, surgiram os problemas. Muitos camaradas se irritaram com o fato em questão, por acharem que o processo da GP estava sendo atropelado e implementado há qualquer jeito.

Mesmo após uma discussão intensa, na qual tentou-se explicar a questão, que não haveria problema nenhum discutir com a galera, que não seria deliberativo, os camaradas apontaram algumas questões cruciais que polemizaram nesse ponto.

O primeiro foi o fato de assumir o ponto sendo observador, o que não era pra ser feito justamente pelo fato do observador escutar e falar, mas não votar, nem assumir nada estruturalmente em um fórum onde não a CONEEG não está como integrante oficial, justamente por estarmos dialogando internamente entre os CAs e DAs, com múltiplas opiniões sobre esse assunto.

No fim, foi retirado o compromisso assumido com a FENEX para a reunião de Salvador, para que pudéssemos discutir esse fato em Curitiba, durante o Conselho.

O Conselho ponderou que Thiago da UFF tomou uma posição errada, baseada na argumentação acima, e que teríamos o processo de discussão pra definirmos algo, mas que a discussão deveria continuar.

Foram tiradas as seguintes deliberações:

A PUC-SP [e a USP caso também queira], irá participar como Observadora da próxima FENEX, que irá ocorrer dias 17 e 18 de maio em São Paulo/SP, para que possamos juntar mais elementos para a discussão.

Será feito um relatório, a ser divulgado na lista, para balanço dos demais estudantes sobre a reunião e seu andamento.

13 – Frente de Luta contra a Reforma Universitária

Foram tiradas as seguintes deliberações:

Iremos participar de todas as reuniões da Frente de Luta ate o próximo Conselho de São Paulo, em Julho, através dos nossos Estados ou caso possamos ir junto com os Movimentos Sociais ou pelos DCEs afora do país.

Todas as intervenções serão discutidas posteriormente no Conselho de São Paulo.

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------

Não tendo mais nada a declarar, eu, Thiago Soares, estudante do DACG UFF, lavro esta seguinte ata, e seus anexos 01, 02 e 03.

Lembrando a todos os estudantes e respectivos CAs e DAs, que qualquer discordância de qualquer ponto dessa ata, favor manifestar-se na lista, para que a correção seja apontada e caso seja concordância da maioria,, ela seja feita no Conselho seguinte, em São Paulo/SP.

Groups: