Ata do Coregeo- BH
ATA
COREGEO – BH, 23 e 24 de Agosto de 2008.
• Leitura, alterações e aprovação da ata do COREGEO – SP dos dias 28 e 29 de Junho.
• Informes:
UFF – Bom momento do movimento estudantil;
Reitoria quer se apropriar do xerox da geografia – mobilização contra a apropriação;
Realização de discussão para examinar os modelos de gestão do DA, pois a auto- gestão realizada há dois meses funciona bem - será realizado plebiscito para a escolha da melhor forma.
UNI-BH – Problemas com cota de xerox;
Junção do 1° e 2° período devido à falta de alunos nas turmas;
Eleição de chapa única no DA;
Discriminação com o movimento estudantil.
PUC-SP – Redesenho institucional – novo estatuto sem participação dos estudantes, feito pela Fundação São Paulo;
Problemas com a auto-gestão;
Processo judicial contra quatro estudantes – julgamento aberto.
Ato contra criminalização do MST no RS;
UFES – Manifesto contra a proibição do plantio de árvores;
Problema com a porta do CA;
UFMG – Ocupação: tema desapropriado de um filme exibido no CA causou a entrada da polícia no campus e a prisão de um aluno por desacato a autoridade;
Apropriação da ocupação pelo DCE e uso da mesma para fins políticos;
Eleições do DA com chapa única;
Maior vínculo com a AGB;
Proibição legal da cobrança de taxas semestrais para matrícula.
USP – Plenária para aprovação de auto-gestão sem resultado;
Pouca participação dos alunos no CA.
UNICAMP – Obras de modificação, no CA e no local de aula, feitas pela diretoria durante as férias sem diálogo com os estudantes;
Assembléia para decidir as atitudes em relação ao fechamento de uma das portas do CA e as outras mudanças realizadas pela diretoria;
Semana da Geografia: dias 20 a 23 de outubro, “geografia e América Latina”.
PUC-MG – Eleições DA;
Debate com prefeitos;
Movimento estudantil da geografia enfraquecido.
Discussão do ENADE.
• Avaliação do ENG (participação da EREG)
Discussões:
Espaço tenda como espaço do encontro: união dos estudantes. Construção de um espaço de convivência/ referência para os alunos.
O espaço tenda promoveu discussões diferentes das rotineiras.
O encontro foi esvaziado, faltou maior participação, poderia ter ido além da grade horária fechada que era proposta.
Carta de avaliação feita na UFF sobre o ENG (feita por alunos, AGB, professores e alunos já formados).
CONEEG e AGB: estudantes reprimindo estudantes
- espaço ADP: questionar sem participação não é possível.
ADP é a maior discussão para construção e não a apresentação.
O pós-ENG foi ruim, pois não houve discussão nas escolas.
• Política Financeira
Discussões:
Como conseguir dinheiro e com qual finalidade?
O EREGEO de Niterói deu bastante lucro, mas qual o propósito desse lucro?
Não tem sentido a EREG buscar lucro se não houver uma finalidade.
O problema do dinheiro das festas no encontro deve ser resolvido.
O dinheiro da EREG deve ser usado para financiar o movimento da geografia, como, por exemplo, um evento artístico realizado semestralmente.
Deve-se burocratizar a EREG? O dinheiro hoje está em uma conta no nome da Aline (UFF), mas ela não deve ser a única responsável por isso.
Propostas:
- Estipular valor por ônibus que vai ao encontro: R$150,00 por ônibus;
- Dinheiro da EREG usado para bancar movimentos artísticos e campanhas da geografia;
- Primeira campanha bancada pela EREG: Trabalho de Campo;
- Um COREGEO por ano bancado pela EREG;
- Criação de um histórico dos encontros: vídeos, fotos etc;
- A indicação de três pessoas, sendo uma da escola sede do próximo EREGEO, para a criação de um núcleo financeiro;
- Abertura de CNPJ / criação de um estatuto.
• EREGEO 2009
Discussões:
Encontro deve ser feito para os estudantes, sendo necessário haver um espaço para discutir o encontro. Esse também sendo o reflexo da produção dos alunos de geografia, ou seja, um meio de discutir e repassar as idéias e projetos.
É muito importante que haja também um momento para a troca dessas experiências, não só uma programação fechada.
Não tem sentido discutir o que não se realiza nas escolas. Deve haver trocas de experiências reais. Poderiam ser montados GT’s onde as escolas possam levar seus projetos e trocar experiência sobre isso invés dos espaços de diálogo.
Tolerar o geoturismo, pois é uma forma de fazer geografia, além de não ser possível obrigar as pessoas a fazer o que é proposto. Para que isso não atrapalhe o encontro, temos que criar um espaço de socialização também do geoturismo.
Geoturismo X espaço público não é hotel.
As brigadas não funcionam, mas são interessantes como parte que compõe o encontro.
Propostas:
- Não programar o encontro / encontro sem tema;
- Brigadas com “livre arbítrio” (pessoas escolhem suas tarefas na plenária inicial como voluntários);
- Criação de GT’s nos quais as escolas podem levar seus trabalhos e apresentá-los, sendo feita assim uma discussão;
- Esqueleto de programação:
1° DIA (18/04) 2° DIA (19/04) 3° DIA (20/04) 4° DIA (21/04)
Credenciamento Debate sobre Organização Campo Encerramento e Discussão sobre os rumos da geografia
Plenária Inicial GT’s Campo Plenária Final
Abertura / Histórico do Movimento Estudantil de Geografia Socialização dos campos e “geoturismo”
(espaços em branco sem sugestões de atividade)
Encaminhamentos:
- Boletim para espaço de discussão da organização;
- Tema do encontro;
- Geo na rua;
- Programação.
• Trabalho de Campo
Informes:
UFF – Ficaram sem trabalho de campo por uma época, mas estão voltando a ter;
Sem diária de campo;
Alguns professores não entendem a importância do campo.
PUC-BH – Um trabalho por semestre, no raio de 100Km;
Sem diária de campo.
UFMG – Corte de verba impossibilita a realização dos trabalhos;
Sem diária de campo;
UNI-BH – Um trabalho por semestre, com limite de distancia;
Sem diária de campo.
UFES – Não havia nada bancado pela faculdade – conseguiram um ônibus só para isso pago faculdade;
A organização e realização dos trabalhos fica nas mãos dos alunos – professores sem comprometimento e interesse.
USP – O número de alunos impossibilita a realização de um campo só, as turmas são divididas e os campos realizados mais de uma vez, as vezes com menos verba e para outros lugares;
Alta burocracia e limite de 1500Km de distancia.
UERJ – Não havia campos, mas a nova reitora está abrindo lugar para os trabalhos de campo da geografia;
Diária de campo no valor de R$30,00 dentro do estado e R$40,00 fora.
PUC-SP – Trabalho de campo é uma matéria na grade do curso, que exige o pagamento de uma taxa adicional na mensalidade, que seria realizada todos os finais de semana. Porém, só acontece uma vez por semestre e o houve o cancelamento de um dos campos por falta de verba da reitoria.
Alimentação no campo por conta dos alunos.
UNICAMP – Os campos são bancados pela universidade;
Campos com ida e volta em um dia não incluem alimentação, os com mais dias, na maioria, incluem.
Os campos são fechados na grade por disciplina, porém estão sujeitos a mudança de local ou cancelamento de um ano para outro por corte de verbas.
Discussões:
Os alunos não entendem o que é o trabalho de campo, que muitas vezes vira uma espetacularização do local. Devemos pensar no que causamos nas comunidades visitadas nos campos.
Há um desinteresse dos professores, muitos por não entenderem o que o campo representa na formação dos estudantes. A metodologia de avaliação rígida dos trabalhos impossibilita uma melhor aprendizagem, considerando também que não há pré e pós-campo em muitas escolas.
Propostas:
- Campanha da EREG pelo trabalho de campo constitui em:
*adesivo;
*cartaz;
*tema do próximo boletim da EREG (a importância do trabalho de campo; informes; a importância do pré e pós-campo).
SLOGAN: Campo – formação para reflexão / reflexão para formação.
• Definição da data do próximo COREGEO–ES para 1 e 2 de Novembro, em ...
• Pautas para próximo encontro:
- Espaço Público;
- EREGEO 2009.
• Encaminhamento de uma monção de apoio à movimentação estudantil em pró da não apropriação pela reitoria do xerox da Geografia da UFF.
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